cowboy

Ex-presidiário é preso acusado de matar homem a pedradas

859

Get real time updates directly on you device, subscribe now.

A Polícia Civil de Birigui identificou e prendeu na tarde desta segunda-feira (17), o homem acusado de ser o autor do assassinato de Vandir Rodrigues Fernandes, 51 anos, encontrado morto dentro da casa onde morava, na Vila Bandeirantes, em Birigui, manhã de domingo (16).

Segundo a polícia, ele confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque a vítima teria deixado uma moto dele como garantia para pagamento de uma dívida de droga. Imagens de câmeras de monitoramento de imóveis próximos ao local do crime ajudaram na identificação do autor, que tem várias antecedentes criminais e estava em liberdade desde janeiro.

A polícia já tinha apurado que após o assassinato um homem foi visto falando em um telefone público nas imediações da casa de Fernandes, local onde havia manchas de sangue. Além disso, instantes depois um carro estacionou e o homem entrou no veículo. Com base na placa desse carro, policiais civis do 1.° Distrito Policial e da Delegacia Sede chegaram à irmã do acusado e conseguiram identificá-lo.

Um mandado de prisão foi pedido a Justiça, concedido e com a ordem judicial, os policiais o localizaram e cumpriram a prisão.

CRIME
O corpo de Fernandes foi encontrado por vizinhos que chamaram a polícia. Ele teve afundamento de crânio provocado por uma pedrada e perfurações pelo corpo, que podem ter sido feitas com faca.

A polícia tinha informações que a vítima era usuária de entorpecentes, tinha antecedentes criminais e a suspeita inicial era de que ela teria sido morta por suposta dívida. O acusado, que de acordo com a polícia ficou quase 20 anos preso, e usuário de crack e bebidas alcoólicas.

Ele disse que discutiu com Fernandes por ele ter deixado uma motocicleta dele como garantia a um fornecedor de entorpecentes. Durante a discussão, eles teriam entrado em luta corporal. O acusado alega que teve o braço direito ferido antes de matar a vítima, mas não deu detalhes sobre como cometeu o crime.

O investigado confirmou que foi a irmã dele que o buscou de carro no local do crime, mas disse que ela não tinha conhecimento do que havia acontecido. Ainda segundo o acusado, ao ver que ele estava sujo de sangue, ela exigiu que ele descesse do automóvel.

Durante o interrogatório à polícia, o investigado mostrou-se uma pessoa muito fria, sem qualquer sinal de arrependimento com relação ao crime, segundo o delegado Eduardo Lima de Paulo, que atua na investigação. A prisão é temporária por 30 dias e nesse período ele deve permanecer na cadeia de Penápolis à disposição da Justiça.

Folha da Região

Get real time updates directly on you device, subscribe now.

Comentários
carregando...
WhatsApp Logo Fale conosco via WhatsApp
ga('require', 'GTM-5C3R9D4');