JOVEM COM DOENÇA RARA FAZ CAMPANHA PARA NÃO PERDER A VISÃO

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ANDRESSA SOFRE DE UMA DOENÇA DEGENERATIVA NA RETINA E CADA APLICAÇÃO DO MEDICAMENTO QUE ELA PRECISA CUSTA QUASE R$ 5 MIL.

Amigos da supervisora de vendas Andressa Rodrigues Gasques, de 31 anos, estão fazendo uma vaquinha para tentar evitar que ela fique cega. A jovem sofre de uma doença degenerativa na retina, chamada retinose pigmentar, que não tem cura. Por outro lado, existem tratamentos paliativos para retardar a doença. Para isso, a supervisora precisa do medicamento Lucentis (Ranibizumabe), cuja aplicação custa quase R$ 5 mil.

O convênio médico não cobre tal tratamento e, segundo ela, o Sistema Único de Saúde (SUS) também não fornece o medicamento.

Enquanto Andressa corre contra o tempo para conseguir, pela via judicial, que o Estado pague pelo tratamento, os amigos dela organizaram uma vaquinha online para levantar o dinheiro, a fim de que ela consiga tomar ao menos as primeiras doses.

Até o momento, pouco mais de R$ 8 mil já foram arrecadados, valor suficiente para custear quase duas doses. Ela precisa de, pelo menos, seis aplicações (três em cada olho).

Do próprio bolso, Andressa custeou as primeiras aplicações. Para isso, no entanto, teve de abrir mão do próprio casamento. “Eu tinha meu casamento agendado. Tive que cancelá-lo, pois o dinheiro era necessário para o remédio”, afirma.

A supervisora diz que sofre com a falta de visão desde pequena. “Aos quatro anos de idade, tive de usar meu primeiro óculos, com 2 graus e meio. Quando cheguei aos 23, fiz uma cirurgia, porque já estava com 15 graus de miopia”, diz ela.

Andressa se emociona ao ver seus amigos se mobilizando para buscar ajuda. “Foi muito difícil aceitar a ajuda das outras pessoas, porque sou uma pessoa que nunca pediu nada. Não gosto de pedir algo a alguém, mas ver toda essa gente me ajudando foi lindo! Isso mostra que o mundo tem salvação”, diz.

Diário da Região entrou em contato com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que confirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o medicamento não é fornecido pelo SUS.

(Colaborou: João Pinheiro – diarioweb.com.br)

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