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Universidade Brasil quer medir força com a Polícia Federal após investigação apontar fraudes

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É a banana querendo comer o macaco!

A Universidade Brasil, diz ser vítima de uma armação proposta pela Policia Federal de Jales e ingressou com uma representação contra o delegado federal Cristiano Pádua da Silva, responsável pela Operação Vagatomia, deflagrada no último mês de setembro.

A Universidade alega que a Policia Federal recrutou funcionários do campus Fernandópolis da Universidade Brasil para se infiltrar ilegalmente, sem prévia autorização judicial e “movido por interesses privados, na instituição de ensino”.

Na representação, Abib alega que o delegado não poderia, por lei, conduzir as investigações contra a universidade, já que ele era funcionário da mesma. Cristiano foi contratado pela instituição como professor do curso de Direito no dia 19 de fevereiro, 11 dias após o início das investigações.

A Operação Vagatomia, investigou a venda de vagas no curso de Medicina no campus em Fernandópolis e em outras cidades que a instituição operava, além de levantar fraudes no FIES e ProUni.

Na operação o dono da Universidade Brasil, José Fernando Pinto da Costa, de 63 anos, e outras 18 pessoas foram presas. Algumas delas conseguiram habeas corpus e vão responder o processo em liberdade.

A ação, deflagrada pela delegacia da PF de Jales (SP), contou com 250 policiais federais para cumprir 77 mandados nas cidades de Fernandópolis, São Paulo, São José do Rio Preto (SP), Santos (SP), Presidente Prudente (SP), São Bernardo do Campo (SP), Porto Feliz (SP), Meridiano (SP), Murutinga do Sul (SP), São João das Duas Pontes (SP) e Água Boa (MT).

RN

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