Um corpo masculino encontrado boiando às margens do Rio Grande, na região da Fazenda Pântano, em Fronteira (MG), continua sem identificação. O caso foi registrado no dia 16 de janeiro e segue sob acompanhamento da Polícia Civil.
Segundo as informações apuradas, o corpo estava em avançado estado de decomposição e vestia apenas uma cueca preta, ficando preso a batelões — casas flutuantes existentes ao longo do rio. A Polícia Militar acionou a Perícia Técnica, e após os trabalhos no local, o corpo foi encaminhado ao IML de Frutal.
O laudo da necropsia apontou ausência de sinais de violência ou indícios de crime, descartando a hipótese de homicídio. De acordo com o delegado Bruno Salmen, a investigação agora se concentra exclusivamente na identificação da vítima, já que não foi possível coletar impressões digitais.
Material genético foi recolhido para eventual exame de DNA. Familiares do estado de São Paulo entraram em contato com a polícia, suspeitando que o corpo possa ser de um parente desaparecido. Eles estão sendo orientados quanto aos procedimentos de identificação.
Até o momento, não há registros oficiais de desaparecidos na região que possam ser diretamente ligados ao caso.

