A morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, ocorrida nesta quarta-feira (18), no bairro do Brás, região central de São Paulo, está sendo investigada pela Polícia Civil.
Inicialmente registrada como suicídio consumado, a ocorrência teve a natureza alterada para morte suspeita, após a constatação de “dúvida razoável” quanto às circunstâncias do caso.
Gisele foi encontrada sem vida, com um disparo na cabeça, no imóvel onde residia com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. A arma utilizada no ocorrido pertence ao oficial.
Versão apresentada
Em depoimento inicial à Polícia Civil, o tenente-coronel afirmou que havia pedido o divórcio, o que teria provocado forte abalo emocional na esposa. Segundo ele, os fatos aconteceram enquanto estava no banho.
O oficial relatou ainda que acionou o resgate por meio do helicóptero Águia, da PM, solicitou a presença de equipes da corporação no local e entrou em contato com um amigo desembargador para comparecer ao endereço.
Após o ocorrido, o tenente-coronel foi encaminhado ao Hospital das Clínicas (HC), onde recebeu atendimento psicológico.
Investigação em andamento
Diante das circunstâncias, a Polícia Civil conduz a investigação para esclarecer os fatos, incluindo a análise pericial no local, na arma e demais elementos que possam contribuir para a elucidação do caso.
O velório da policial militar será realizado nesta sexta-feira (20), no Cemitério Colina dos Ipês, em Suzano, na Grande São Paulo.
O caso segue sob apuração.
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