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DIRETOR SÓFOCLES MACEDO SE PRONUNCIA APÓS POLÊMICA EM ESCOLA

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Gestor nega embriaguez, relata constrangimento e critica condução do caso dentro de unidade de ensino infantil

O diretor do CEMEI José Cardoso Tavares, em Fernandópolis, Sófocles Macedo, se manifestou oficialmente sobre o episódio que gerou grande repercussão na rede municipal de ensino, envolvendo a presença da Polícia Militar e do SAMU dentro da escola.

Em relato detalhado, o gestor afirmou que tudo começou enquanto realizava atendimento a uma professora, quando dois supervisores adentraram o local acompanhados por um comboio de policiais militares.

Segundo ele, os supervisores informaram que havia uma denúncia anônima feita por uma servidora da escola, alegando que o diretor estaria “sob efeito de embriaguez, causando medo e apreensão”. Ainda de acordo com o relato, foi informado que, por determinação da Secretaria de Educação, ele não poderia permanecer na unidade.

“Ao adentrar no âmbito escolar, dois supervisores se identificaram e, acompanhados por um comboio de policiais militares, e relataram que havia uma denúncia de que eu estaria sob efeito de embriaguez, causando medo e apreensão”, destacou Sófocles Macedo.

O diretor afirmou que, na sequência, um policial entrou na sala e realizou diversos questionamentos sobre seu estado físico, enquanto toda a situação ocorria em meio à presença de crianças, servidores e responsáveis dentro da escola.

Ele negou qualquer irregularidade em sua conduta, afirmando que exercia suas funções normalmente, dentro da responsabilidade e dignidade do cargo.

Diante do cenário, uma servidora acionou o SAMU, e uma enfermeira foi até a unidade escolar, oferecendo atendimento. O diretor aceitou ser encaminhado para avaliação médica em um hospital da cidade.

⚠️ Clima de tensão e críticas à condução

O gestor relatou que o episódio gerou pânico na comunidade escolar e que, inicialmente, recebeu a informação de que estaria proibido de retornar à unidade, decisão que só foi revista na manhã do dia seguinte, após questionamentos e registros feitos contra a Prefeitura e a Secretaria de Educação.

“Instaurou-se um clima de pânico na comunidade escolar. Fui informado de que estava proibido de acessar a escola, decisão revertida apenas após questionamentos”, afirmou.

Sófocles Macedo também destacou que, em nenhum momento, foi oferecido teste do bafômetro durante a abordagem, reforçando que não houve comprovação de embriaguez.

Ele ainda ressaltou que faz uso contínuo de medicamentos, o que pode causar efeitos colaterais, e defendeu que situações como essa devem ser tratadas com mais cautela e sensibilidade.

🗣️ Defesa por mais diálogo e respeito

Na nota, o diretor reforçou a importância de garantir ampla defesa, escuta qualificada e cuidado nas apurações, principalmente por se tratar de um ambiente escolar voltado à educação infantil.

“Garantir a ampla defesa, a delicadeza nas apurações e a escuta transformadora são pressupostos essenciais”, concluiu.

O caso segue repercutindo e levanta debates sobre os limites na condução de denúncias dentro do ambiente escolar e o impacto de ações dessa natureza na comunidade.

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