A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo concluiu as obras de infraestrutura elétrica e ativou os aparelhos de ar-condicionado do Museu de Paleontologia de Fernandópolis. A medida faz parte de um plano de conservação preventiva voltado à preservação do acervo científico do local, além de garantir maior conforto térmico aos frequentadores.
A climatização da instituição atende a critérios técnicos rigorosos de preservação, semelhantes aos exigidos em laboratórios e reservas científicas. O controle de temperatura e umidade é fundamental para evitar a degradação de fósseis raros, que utilizam resinas e adesivos específicos em seus processos de preparação e restauração. Entre as principais peças do acervo está o fóssil de um jovem Baurusuchus pachecoi, apontado por especialistas como o exemplar juvenil mais bem preservado da espécie já descoberto.
Além da proteção dos fósseis, a adequação ambiental beneficia o público que frequenta o local. O museu registra uma média mensal de 800 a mil visitantes, recebendo constantemente turmas escolares, pesquisadores e turistas. Segundo a gestão municipal, o projeto vinha sendo planejado desde o início de 2025 com verbas exclusivas do setor cultural, sendo priorizado em relação a outros prédios públicos devido à sensibilidade do acervo científico e à alta rotatividade de pessoas no espaço.
Fernandópolis
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