O último fim de semana, entre os dias 7 e 8 de março, foi marcado por diversas apreensões de materiais proibidos em unidades prisionais do interior de São Paulo. As ações foram realizadas por Policiais Penais, que impediram a entrada de drogas e objetos ilícitos graças ao uso de tecnologias de inspeção, como escâner corporal e equipamentos de raio X.
Maconha escondida no corpo em Pacaembu
No sábado (7), na Penitenciária “Ozias Lúcio dos Santos”, em Pacaembu, uma visitante foi flagrada após o escâner corporal indicar uma imagem irregular na região pélvica. Ao ser questionada pelos agentes, a mulher entregou voluntariamente um invólucro contendo 48,36 gramas de maconha.
Ela foi encaminhada ao plantão policial de Adamantina, onde foram adotadas as medidas legais.
Faca escondida em sacola em Lucélia
Já no domingo (8), na Penitenciária de Lucélia, durante a inspeção de materiais por raio X, policiais penais localizaram uma faca de serra escondida dentro da sacola de pertences de uma visitante.
A unidade instaurou procedimento administrativo disciplinar para apurar a responsabilidade do detento que receberia a visita.
Comprimidos suspeitos em Valparaíso
Também no domingo, na Penitenciária de Valparaíso, servidoras identificaram, por meio do escâner corporal, um objeto suspeito com uma visitante.
Ao ser questionada, ela entregou um pacote contendo 160 comprimidos azuis, possivelmente estimulantes sexuais, que estavam escondidos. O material foi encaminhado à Delegacia de Polícia para perícia.
“Combo” de ilícitos em Lavínia
Na Penitenciária I de Lavínia, a esposa de um detento foi flagrada com diversos itens escondidos na região da cintura.
Após a detecção pelo escâner corporal, ela entregou um pacote contendo:
- 19 gramas de maconha
- 40 comprimidos de suposto estimulante sexual
- unidades de papel de seda
A Polícia Militar foi acionada e conduziu a mulher para o registro da ocorrência.
Consequências
Além da apreensão das substâncias e objetos, todos os visitantes envolvidos foram suspensos do rol de visitas.
Os detentos que receberiam os materiais também poderão sofrer sanções disciplinares internas e responder a procedimentos administrativos dentro do sistema prisional.

