Investigada no Maranhão é suspeita de agredir brutalmente jovem de 19 anos grávida de seis meses
A mulher investigada por agredir brutalmente uma empregada doméstica grávida de seis meses já possuía antecedentes criminais e condenações anteriores na Justiça do Maranhão.
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos voltou a ser alvo da Polícia Civil após ser acusada de torturar uma funcionária doméstica de 19 anos no município de Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.
O caso ganhou grande repercussão nacional após áudios atribuídos à investigada começarem a circular nas redes sociais. Nas gravações, Carolina relata as agressões contra a vítima de forma fria e debochada.
Segundo as investigações, a violência teria começado após a patroa acusar a jovem de furtar um anel. A vítima teria sido obrigada a se ajoelhar enquanto um homem armado colocava uma arma em sua boca e desferia coronhadas. Ao mesmo tempo, a suspeita realizava agressões físicas e ameaças.
A Polícia Civil informou que já solicitou a prisão da investigada, que até a última atualização ainda não havia sido detida.
HISTÓRICO CRIMINAL
De acordo com documentos judiciais, Carolina já havia sido condenada anteriormente pela Justiça do Maranhão por envolvimento em fraudes e furto na escola Aquarius Natação, onde atuava como assistente de Recursos Humanos.
As investigações apontaram que ela teria desviado mais de R$ 20 mil da empresa entre os anos de 2020 e 2021, aproveitando-se da confiança da própria família, já que o estabelecimento pertencia à irmã da investigada.
Além disso, Carolina e um comparsa também foram acusados de furtar um notebook da empresa. Ambos acabaram condenados a 6 anos e 7 meses de prisão em regime semiaberto, além do pagamento de indenização.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Maranhão informou que o caso atual pode ser enquadrado como tortura agravada, devido à gravidez da vítima, além de crimes como lesão corporal, ameaça e calúnia.
A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão também informou que irá apurar denúncias sobre possível omissão de policiais militares citados nos áudios divulgados.









