O caso causou grande repercussão em Rio Preto após o desaparecimento de Rafael, em julho de 2024. Familiares e amigos realizaram buscas e campanhas nas redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro do jovem.
As investigações ganharam força quando surgiram relatos de que Rafael havia sido visto pela última vez em uma casa abandonada localizada na Vila Esperança, conhecida como antigo Raposão. Dias depois, moradores relataram um forte odor vindo do imóvel.
Em 23 de julho de 2024, policiais civis e equipes do Corpo de Bombeiros localizaram o corpo da vítima enterrado no quintal da propriedade. A descoberta levou a Delegacia de Homicídios da Deic a aprofundar as investigações.
Segundo o Ministério Público, o crime teve motivação passional. Rafael mantinha um relacionamento com a ex-companheira de Carlos Daniel, que não aceitava o novo romance.
A denúncia apontou que o acusado contou com a ajuda de um primo para atrair a vítima até o imóvel abandonado. No local, Rafael foi atacado com diversos golpes de faca e, após ser morto, teve o corpo enterrado para dificultar a descoberta do crime.
Após meses foragido, Carlos Daniel foi localizado e preso em novembro de 2024, em São Bernardo do Campo, durante uma operação conjunta da Deic e da Polícia Militar.
A Polícia Civil segue investigando o paradeiro do primo do condenado, que também possui mandado de prisão por participação no homicídio e na ocultação do cadáver e continua foragido.
S. J. Rio Preto
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