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Jovem é investigada por mandar matar o próprio pai, assassinar dupla contratada e fugir; caso choca interior de SP e MG
A Polícia Civil investiga o paradeiro de Maria Isabel Prado, de 21 anos, apontada como suspeita de envolvimento em uma sequência de crimes que abalou o interior de São Paulo e Minas Gerais. Conforme as investigações, a jovem teria planejado a morte do próprio pai e, posteriormente, participado da execução dos dois homens que teriam sido contratados para cometer o homicídio.
O caso teve início no dia 16 de junho, quando Milton de Souza Prado foi encontrado morto na fazenda onde trabalhava, no município de Franca (SP). Segundo a Polícia Civil, Maria Isabel teria procurado Guilherme Henrique Melo da Cruz e Rafael Vitor Silva Souza Rosa, afirmando que desejava apenas dar um “susto” no pai, alegando sofrer maus-tratos.
Entretanto, durante a ação, os dois homens teriam matado Milton utilizando golpes de madeira. A partir desse momento, a investigação passou a apurar a participação de todos os envolvidos no crime.
Cerca de duas semanas depois, Guilherme e Rafael desapareceram. Os corpos foram localizados na cidade de Sacramento (MG), apresentando ferimentos provocados por arma branca.
A principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que os dois teriam sido assassinados para eliminar possíveis testemunhas do homicídio de Milton.
Durante o avanço das investigações, outro fato chamou a atenção das autoridades. Familiares dos dois homens sequestraram a mãe, a irmã caçula e uma sobrinha recém-nascida de Maria Isabel. As vítimas foram localizadas e resgatadas pela polícia sem ferimentos graves.
Segundo a investigação, Maria Isabel também teria sido sequestrada, mas conseguiu fugir antes da chegada das equipes policiais. Desde então, ela é considerada foragida.
O único vestígio encontrado após a fuga foi o veículo utilizado pela jovem, localizado completamente incendiado nas proximidades do município de Ibiraci (MG).
A Polícia Civil continua realizando diligências para localizar Maria Isabel e esclarecer toda a dinâmica dos crimes. O caso segue sob investigação.
Franca
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