Moradores da Rua Ceará, em Fernandópolis, voltaram a reclamar do estacionamento de caminhões no local. Segundo os relatos, os veículos de grande porte têm ocupado a via e dificultado a entrada e saída dos moradores de suas próprias residências.
A situação, de acordo com os moradores, também pode representar um risco em casos de emergência. Eles afirmam que, caso algum residente passe mal e seja necessário o atendimento de uma ambulância, o acesso de veículos de emergência poderia ficar comprometido devido aos caminhões estacionados na rua.
Ainda segundo os relatos, não é a primeira vez que o problema acontece. Moradores afirmam que já acionaram a Polícia em outras ocasiões para tentar solucionar a situação.
Placa de proibido estacionar é ignorada
Em uma tentativa de organizar o trânsito no trecho, foi instalada uma placa de proibido estacionar em um dos lados da Rua Ceará. Porém, segundo os moradores, motoristas continuam estacionando os caminhões no local, ignorando a sinalização.
Um dos moradores relatou ainda uma situação considerada grave: segundo ele, em determinada ocasião, o motorista de uma van branca teria arrancado a placa para evitar uma eventual autuação.
A intenção, conforme o relato, seria fazer com que, em uma eventual abordagem policial, o motorista pudesse alegar que a sinalização não estava instalada no local.
Na época, a redação do Notícias Noroeste teria solicitado à Prefeitura a reposição da placa. Uma nova sinalização foi colocada, mas, de acordo com os moradores, o problema continua.
Caminhões aguardam entregas
Os moradores relatam que os caminhões pertencem a empresas de entrega e ficam aguardando no local para realizar entregas em um mercado atacadista instalado na região.
A reclamação não é contra a realização das entregas, mas contra a forma como os caminhões estariam sendo estacionados, segundo os moradores, comprometendo a circulação e o acesso às residências.
Os moradores pedem que as autoridades responsáveis adotem medidas mais efetivas para impedir que a situação continue, principalmente para garantir o acesso às casas e a passagem de veículos de emergência.
A preocupação, segundo os moradores, é que uma situação que hoje representa transtorno possa se transformar em um problema ainda mais grave caso uma ambulância, viatura policial ou veículo do Corpo de Bombeiros precise acessar o trecho em uma situação de emergência.
O Notícias Noroeste acompanha a situação e poderá atualizar a reportagem caso haja manifestação da Prefeitura, dos órgãos de trânsito ou das empresas responsáveis pelos veículos.
Fernandópolis
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