Após um ano da criação da Polícia Penal do Estado de São Paulo (PPESP), as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço nos Grupos de Intervenção Rápida (GIRs), considerados a tropa de elite do sistema prisional paulista.
O grupo atua em situações críticas dentro dos presídios, principalmente quando há quebra da ordem ou necessidade de intervenção estratégica para restabelecer a segurança nas unidades prisionais.
No mês em que se celebra a força e o protagonismo feminino, o reconhecimento destaca a atuação das policiais penais que têm demonstrado coragem, preparo técnico, profissionalismo e atuação estratégica em um ambiente historicamente dominado por homens.
Uma das integrantes do grupo é Maria José dos Santos André, que atua na segurança interna da Penitenciária Feminina Sandra Aparecida Lário Vianna, em Pirajuí, no interior paulista. Ela também participa de operações e intervenções realizadas pelo GIR em unidades prisionais da região.
“Me sinto muito orgulhosa em fazer parte da Polícia Penal e do GIR, pois faço o que eu amo”, afirma a policial penal.
Outra profissional que integra a corporação é Ana Paula Almeida de Miranda, que atua há 21 anos no sistema prisional paulista. Segundo ela, a maior motivação de sua trajetória profissional é dar orgulho aos filhos e contribuir para a segurança da sociedade.
“Tenho muito orgulho de fazer parte da PPESP. É uma função que garante a segurança da sociedade e exige coragem e resiliência. Muitas vezes julgam a nossa fragilidade, mas aquilo que consideram fraqueza é, na verdade, a nossa força”, destacou.
Dedicação e coragem
Histórias como as de Maria José e Ana Paula representam o compromisso e a dedicação das mulheres que atuam na Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e na Polícia Penal do Estado de São Paulo.
Com preparo, coragem e espírito de equipe, essas profissionais contribuem diariamente para a manutenção da ordem no sistema prisional paulista e para a segurança da sociedade.









