Uma tarde comum se transformou em um drama de vida ou morte nos minutos que decidiram o destino de um homem de 69 anos, vítima de um engasgo que quase terminou em tragédia.
Era sábado, dia 5, quando a Central de Regulação do SAMU 192 – Regional Fernandópolis recebeu um chamado urgente. Do outro lado da linha, o desespero: um homem havia engasgado e estava inconsciente. Cada segundo contava. O que parecia apenas um incidente doméstico rapidamente se agravou, evoluindo para uma parada cardiorrespiratória.
A resposta foi imediata. A equipe da Central, formada por Vanessa Artioli, Bruno Oliveira e a médica Lídia Franco, não hesitou. Em poucos minutos, duas viaturas foram despachadas: a Unidade de Suporte Avançado, com o Cabo Moda, a enfermeira Laís Colagrossi e a médica Maire Iemes; e a equipe de Suporte Básico, composta pelo Cabo Kleber e a técnica de enfermagem Isabela Gazola.
O cenário encontrado pelas equipes era crítico. O paciente, já sem sinais vitais, exigia ação rápida e precisa. Iniciou-se uma corrida contra o tempo, com manobras de ressuscitação aplicadas ali mesmo, no local. O silêncio da parada cardíaca foi quebrado por um detalhe decisivo: o profissionalismo da equipe.
Após intensos minutos de esforço conjunto, o impossível deu lugar ao milagre: a parada foi revertida. O coração voltou a bater.
O paciente foi estabilizado e levado a uma unidade de saúde, onde permanece sob cuidados médicos.
Numa época em que tanto se fala sobre falhas no sistema, esse caso mostra que, quando a engrenagem funciona e o preparo fala mais alto, a vida prevalece. Por pouco, muito pouco, a história não teria um final trágico. Mas naquele sábado, a morte perdeu.
E o crédito é de quem sempre está pronto para agir quando tudo parece perdido: o SAMU.




