A previsão de um reajuste de apenas R$ 18,10 no piso nacional dos professores da educação básica em 2026 provocou forte reação em todo o país. O aumento representa 0,37%, muito abaixo da inflação projetada, que gira em torno de 4,4%.
Com o piso atual em R$ 4.867,77, o novo valor chegaria a R$ 4.885,87, sendo considerado simbólico e insuficiente por educadores, sindicatos e especialistas. A repercussão negativa foi imediata nas redes sociais e no Congresso, onde já há articulações para recompor as perdas da categoria.
O Ministério da Educação (MEC) informou que o valor ainda não é definitivo e poderá ser revisto até 31 de janeiro, quando será publicada a portaria oficial. O baixo reajuste ocorre devido à regra atual, que vincula o piso à variação do Fundeb, e não à inflação.
Analistas avaliam que, sem uma resposta rápida, o governo pode enfrentar desgaste político e perda de credibilidade com uma das categorias mais importantes do serviço público.

