Samuel Pereira da Silva, de 35 anos, foi ferido na região do pescoço e morreu após ser socorrido. Polícia Civil investiga o homicídio e procura o suspeito.
Um homem de 35 anos morreu após ser esfaqueado na madrugada de domingo (25), na Avenida Conselheiro Rui Barbosa, na região central de Potirendaba, no interior de São Paulo. A vítima foi identificada como Samuel Pereira da Silva. O principal suspeito do crime, identificado como Geovani Lopes da Silva, de 32 anos, está foragido.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias do homicídio e esclarecer a motivação do crime.
Agressão aconteceu em frente a estabelecimento comercial
De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência e relatos apresentados às forças de segurança, a agressão aconteceu em frente a um estabelecimento comercial no Centro de Potirendaba.
Vídeos gravados por testemunhas mostram frequentadores tentando desarmar o agressor antes de a vítima ser atingida por um golpe na região do pescoço.
Mesmo ferido, Samuel tentou deixar o local conduzindo uma motocicleta para buscar ajuda, mas caiu a poucos metros dali.
Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Potirendaba, onde a morte foi constatada.
Suspeito abandonou carro e fugiu a pé
Após a agressão, o suspeito teria tentado fugir em um Volkswagen Gol cinza, com placas de Nova Granada. O veículo foi abandonado a curta distância do local, e o homem continuou a fuga a pé.
O automóvel foi localizado e apreendido pelas forças policiais.
Também foram recolhidos dois aparelhos celulares, documentos e uma bainha de faca. Os materiais foram encaminhados para perícia técnica, que deverá buscar vestígios que contribuam para a investigação.
Polícia procura suspeito
O caso foi registrado como homicídio. A Polícia Civil realiza diligências para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do crime.
Até o momento, a motivação da agressão não foi esclarecida oficialmente.
Informações que possam contribuir para a localização do suspeito podem ser repassadas anonimamente à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou ao Disque Denúncia, pelo número 181.




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