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Patroa acusada de torturar doméstica grávida já havia sido condenada por fraude e furto

Por Notícias Noroeste Publicado em 07/05/2026 14:46 Atualizado em 07/05/2026 14:46 5 visualizações (1 hoje)
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Investigada no Maranhão é suspeita de agredir brutalmente jovem de 19 anos grávida de seis meses

A mulher investigada por agredir brutalmente uma empregada doméstica grávida de seis meses já possuía antecedentes criminais e condenações anteriores na Justiça do Maranhão.

Carolina Sthela Ferreira dos Anjos voltou a ser alvo da Polícia Civil após ser acusada de torturar uma funcionária doméstica de 19 anos no município de Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.

O caso ganhou grande repercussão nacional após áudios atribuídos à investigada começarem a circular nas redes sociais. Nas gravações, Carolina relata as agressões contra a vítima de forma fria e debochada.

Segundo as investigações, a violência teria começado após a patroa acusar a jovem de furtar um anel. A vítima teria sido obrigada a se ajoelhar enquanto um homem armado colocava uma arma em sua boca e desferia coronhadas. Ao mesmo tempo, a suspeita realizava agressões físicas e ameaças.

A Polícia Civil informou que já solicitou a prisão da investigada, que até a última atualização ainda não havia sido detida.

HISTÓRICO CRIMINAL

De acordo com documentos judiciais, Carolina já havia sido condenada anteriormente pela Justiça do Maranhão por envolvimento em fraudes e furto na escola Aquarius Natação, onde atuava como assistente de Recursos Humanos.

As investigações apontaram que ela teria desviado mais de R$ 20 mil da empresa entre os anos de 2020 e 2021, aproveitando-se da confiança da própria família, já que o estabelecimento pertencia à irmã da investigada.

Além disso, Carolina e um comparsa também foram acusados de furtar um notebook da empresa. Ambos acabaram condenados a 6 anos e 7 meses de prisão em regime semiaberto, além do pagamento de indenização.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Maranhão informou que o caso atual pode ser enquadrado como tortura agravada, devido à gravidez da vítima, além de crimes como lesão corporal, ameaça e calúnia.

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão também informou que irá apurar denúncias sobre possível omissão de policiais militares citados nos áudios divulgados.

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